sábado, 22 de novembro de 2008

Sobre algumas coisas belas

Uma delas é a Edição Especial da Bravo!100 Obras Essenciais da Pintura Mundial. Apesar da proposta dessa coleção ser a de fazer um ranking das consideradas 100 principais expressões da Tekhnè, por assim dizer, de várias áreas das artes, o que por si só é uma tentativa desprezível (o que faz uma estar em quinto lugar e a outra estar em centésimo, por favor!!!), a coleção vale a pena. Os textos são breves e fornecem um panorama bem interessante da pintura mundial. Dica da Maria Alice.
Quanto aos filmes, assisti a RockN`Rolla (Guy Ritchie, 2008) na busca de um novo Snatch, Porcos e Diamantes, do mesmo diretor, mas quebrei a cara. O filme se passa em Londres, que fala da máfia russa e da falcatrua imobiliária na cidade, conta com bons atores, boa edição e uma trilha sonora melhor ainda. Mas ainda não chegou aos pés do filme perfeito que Snatch é. A apresentação dos créditos é melhor que o trailler e está aqui.
Vicky, Cristina, Barcelona (Wood Allen, 2008) é maravilhoso, engraçado, tem locações de tirar e fôlego e atuações ídem. A gente esquece que é um filme do Wood Allen, às vezes, mas isso não é necessariamente ruim (para alguns, isso pode ser até bom). Gosto também dessa nova fase de filmar fora de NY. Dos filmes que ele filmou em Londres, Match Point é ótimo e é melhor do que Sonho de Cassandra, que também é bom. VCB mostra o que o Velho Mundo tem de melhor, na minha opinião.
Para fechar, fica o show Hi Life, de Nei Lisboa. O show foi num teatro novo daqui, o Teatro do CIEE, que é um espaço muito legal. Eu tenho o cd do show Hi-Fi (1999) e nem tinha conhecimento do show Low Life (2002), que não gerou cd e que deve ser até mlhor do que o Hi-Fi. Nesse show, ele mistura o repertório dos dois. Foi uma experiência estética indescritível. Destaque para Live and let die (Paul McCartney), que voltou no bis. Ele é, com certeza, o melhor vocalista que já tive a oportunidade de escutar ao vivo. Gosto da voz dele e do que ele faz com ela. A banda dele também é boa e o acompanha desde há muito tempo. Sabe o que é fechar os olhos e não saber mais onde se está, quem se é, muito menos o que se pretende? Fica só a música. A platéia também merece parabéns; só aplaudia e delirava depois do primeiro silêncio após a última nota. Tomara que tenha mais desse show em POA. Foi só um fim de semana! Pena que não tem tem nada desse show no You Tube. Ficha técnica e repertório aqui. Ah, esse quadro do Chagal consegue mostrar exatamente como eu me senti enquanto estava lá.

3 comentários:

Andréia Alves Pires disse...

Muito interessante as tuas impressões sobre coisas belas. :) E parabéns pelo trabalho sobre inclusão e necessidades especiais contemplado pelo cnpq. bjo, bjo.

Tekhnè disse...

Obrigada, Andréia!

maicher disse...

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