
Os departamentos de marketing das empresas, em geral, estão começando a se mexer. É no Marketing, e não na Publicidade e Propaganda que se arrisca mais e que, conseqüentemente, inova-se mais no que diz respeito a novos usos das ferramentas. Pode-se dizer que os interesses da Publicidade e Propaganda nem sempre estão em consonância com a da comunicação de seus clientes. Tudo culpa da estrutura de mercado. Intermediários em geral e, agências de publicidade e propaganda em particular, são heranças da época dos meios de comunicação de massa. Imaginem que uma das formas de remuneração das agências é o famoso desconto de agência, desregulamentados em 1998, mas ainda vigente devido ao Conselho Executivo de Normas Padrão (CENP). Acredito que seja isso que segure todo o mercado na Web quando se fala em Publicidade On-Line. É só olhar os formatos existentes de peças publicitárias neste ambiente: mudaram pouco com relação ao começo da Web e continuam sendo invasivos (menos os links patrocinados, é claro, que revolucionaram toda a forma de se criar, veicular e pagar pelo anúncio). Esses formatos são passíveis de mais segmentação, mas ainda assim são invasivos, algo insuportável n web 2.0.
Voltando ao Twitter, vejam aqui porque o Howard Rheingold está viciado nele e aqui os pontos positivos que Eleven Marketing enxerga nesta ferramenta para as oganizações em geral, além de uma lista de empresas que já está utilizando o Twitter para fins promocionais. S*